A plateia ainda estava iluminada. Em breve apagar-se-iam as luzes, cairia a escuridão sobre o público e os rostos seriam dissipados. A cortina estava caída, mas já se ouviam os leves passos da bailarina através desta. Aqueles instantes inciais eram os que o deixavam mais expectante. Francisco? Francisco, nao ouves o que te digo?
Finalmente o pano elevou-se e deu lugar a uma figura vestida de um branco resplandecente, contrastando com a escuridão à sua volta.
Francisco, embevecido, murmurou: Mas é um anjo!

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