"Uma noite vamos sair de casa de repente para ir ter com os nossos amigos e descarregar as energias todas dentro de um carro com a musica aos berros. Hoje foi a noite!"
São-me tudo, vocês.
2 comments:
prima inês
said...
quem te via, e quem te vê. Tás crescida Joanaaa! ^^
Noite…luzes…sons - Era escuro e sentia a vibração da música, em contacto com as paredes que provocavam aquele som abafado. Ouvia todos os gritos que acompanhavam o ritmo, enterrados num espaço para lá daquelas portas que eu desconhecia. Cá fora, eu, Homem, homem, ninguém, para mim tudo ou talvez só o estritamente necessário, saio a noite também. Deste lado, sinto tudo e mais, pois sinto a falsidade dos sorrisos, a indelicadeza das atitudes ou infidelidade dos gestos. Não vejo apenas a nuvem individual por que cada um se guia, mas sim o céu que eles criam e que não vêm. Pergunto-me se, se conheceram assim à tanto tempo (se o tempo condicionar a intensidade)... Não parece, são gestos demasiado reflexivos, que fazem parte da interacção conjunta.
Olha! Saí agora outro grupo da confusão que eu nunca pude ver. Não são possuidores de um céu, são por outro lado portadores de uma áurea, em que a amizade é tatuada num segredo que não sou capaz de desvendar.
Mas o que sei eu de Amizade, de gestos, ou mesmo de áureas, da inabitabilidade desta calçada? - Enrolou-se no cobertor e adormeceu ao embalo da sobreposição de conversas indecifráveis. Noite…luzes…sons, saudade.
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quem te via, e quem te vê. Tás crescida Joanaaa! ^^
Noite…luzes…sons
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Era escuro e sentia a vibração da música, em contacto com as paredes que provocavam aquele som abafado. Ouvia todos os gritos que acompanhavam o ritmo, enterrados num espaço para lá daquelas portas que eu desconhecia.
Cá fora, eu, Homem, homem, ninguém, para mim tudo ou talvez só o estritamente necessário, saio a noite também. Deste lado, sinto tudo e mais, pois sinto a falsidade dos sorrisos, a indelicadeza das atitudes ou infidelidade dos gestos. Não vejo apenas a nuvem individual por que cada um se guia, mas sim o céu que eles criam e que não vêm. Pergunto-me se, se conheceram assim à tanto tempo (se o tempo condicionar a intensidade)... Não parece, são gestos demasiado reflexivos, que fazem parte da interacção conjunta.
Olha! Saí agora outro grupo da confusão que eu nunca pude ver. Não são possuidores de um céu, são por outro lado portadores de uma áurea, em que a amizade é tatuada num segredo que não sou capaz de desvendar.
Mas o que sei eu de Amizade, de gestos, ou mesmo de áureas, da inabitabilidade desta calçada?
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Enrolou-se no cobertor e adormeceu ao embalo da sobreposição de conversas indecifráveis.
Noite…luzes…sons, saudade.
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