"O campo psicológico de cada pessoa é, por conseguinte, o seu espaço de vida e define a forma como essa pessoa percebe e interpreta o ambiente externo que a rodeia. Esquematicamente, o comportamento humano poderia ser explicado pela seguinte equação:
C = f ( P , A )
isto é, o comportamento humano C depende da interacçao entre a pessoa P e o seu ambiente A."
Por amor de deus,
DEIXEM A MATEMÁTICA SOSSEGADA!
1 comment:
http://fotos.sapo.pt/ZGmiWOuzU6HmOZWnK0JN
said...
Um dia uma criança que já tinha sido menino, sentou se numa pedra, no cume da sua cidade e mirou o seu envolvente. Achou graça, ao facto de nunca ter reparado, na cor peculiar da ponte que ligava as margens do seu Rio, e de como ficavam brilhantes, as igrejas caiadas, quando o Sol nelas incide. Ao voltar para casa e para o seu novo e metódico dia, deu por si a tentar explicar, para o seu reflexo presente nas montras, tudo o que vira. Tentou criar um sentido sequencial para todas aquelas imagens e ate numa folha branca desenhou, a traços profundos, a mesma robusta ponte. Quando, a noite adormeceu, sonhou com o que, nunca os seus olhos lhe haviam mostrado, realmente. No dia seguinte, acordou e rasgando a rotina, pegou na sua gasta mochila e partiu em busca da pintura do seu próprio quadro. … Olhou para o infinito das ruas agitadas, colheu uma flor e ao coloca-la, segura nos lábios, equacionou a sua vida de variáveis infinitas sorrindo.
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Um dia uma criança que já tinha sido menino, sentou se numa pedra, no cume da sua cidade e mirou o seu envolvente. Achou graça, ao facto de nunca ter reparado, na cor peculiar da ponte que ligava as margens do seu Rio, e de como ficavam brilhantes, as igrejas caiadas, quando o Sol nelas incide.
Ao voltar para casa e para o seu novo e metódico dia, deu por si a tentar explicar, para o seu reflexo presente nas montras, tudo o que vira. Tentou criar um sentido sequencial para todas aquelas imagens e ate numa folha branca desenhou, a traços profundos, a mesma robusta ponte.
Quando, a noite adormeceu, sonhou com o que, nunca os seus olhos lhe haviam mostrado, realmente. No dia seguinte, acordou e rasgando a rotina, pegou na sua gasta mochila e partiu em busca da pintura do seu próprio quadro.
…
Olhou para o infinito das ruas agitadas, colheu uma flor e ao coloca-la, segura nos lábios, equacionou a sua vida de variáveis infinitas sorrindo.
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